FESTIVAL
Por conta da XII Convenção Distrital de Lions Internacional na cidade de Dourados, de 29/04 a 1º/05, não podemos participar das atividades do 8º Festival América do Sul. Dizem que o show da Rita Lee foi ótimo. Não sei. Sei que, estive na abertura do FAS. Pelas fotos que vi nos sites, somente a jornalista Lívia Gaertner conseguiu ler as tais “poesias” nas fitinhas penduradas nas árvores. Bom, continuando, a estrutura do evento este ano, mas, parecia, montagem de quermesse, minha opinião. Aqueles “lounges” espalhados na avenida para descanso, mais pareciam tendas de “pai de santo” que coisa horrorosa. E a queima de fogos então, até o Carijó da Avenida quando ganha uma partida, não precisa nem se final, o foguetório é melhor. Agora, o passeio do “italiano” pelas barracas - aquilo não poderia ser chamado de “stands” né- , faça-me o favor, tinha mais segurança do que asseclas, apenas uma meia dúzia de puxa-sacos o seguiam. No palco a chefe do cerimonial querendo falar difícil e querendo mostrar que possui amigos, chamou uma “hermana boliviana” para apresentar a atração internacional, só piorou as coisas, pois a “periodista” simplesmente chamou MS de MT. Pode? Enfim, fui vi e, não gostei!
Por conta da XII Convenção Distrital de Lions Internacional na cidade de Dourados, de 29/04 a 1º/05, não podemos participar das atividades do 8º Festival América do Sul. Dizem que o show da Rita Lee foi ótimo. Não sei. Sei que, estive na abertura do FAS. Pelas fotos que vi nos sites, somente a jornalista Lívia Gaertner conseguiu ler as tais “poesias” nas fitinhas penduradas nas árvores. Bom, continuando, a estrutura do evento este ano, mas, parecia, montagem de quermesse, minha opinião. Aqueles “lounges” espalhados na avenida para descanso, mais pareciam tendas de “pai de santo” que coisa horrorosa. E a queima de fogos então, até o Carijó da Avenida quando ganha uma partida, não precisa nem se final, o foguetório é melhor. Agora, o passeio do “italiano” pelas barracas - aquilo não poderia ser chamado de “stands” né- , faça-me o favor, tinha mais segurança do que asseclas, apenas uma meia dúzia de puxa-sacos o seguiam. No palco a chefe do cerimonial querendo falar difícil e querendo mostrar que possui amigos, chamou uma “hermana boliviana” para apresentar a atração internacional, só piorou as coisas, pois a “periodista” simplesmente chamou MS de MT. Pode? Enfim, fui vi e, não gostei!
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